sábado, 7 de julho de 2012

5 anos do Dia de Domingas!


Cinco anos passaram voando, não foi? Nossa e eu aqui toda enrolada, fiquei feliz por conseguir fazer um "bolinho" para comemorar esta data, mesmo que esta receita não tenha sido muito planejada...  Esse blog que começou mais como uma anotação das coisas que eu fazia acabou se transformando em um dos meus hobbies e tudo isso graças à vocês! 

Queria agradecer a todos os leitores que vêm aqui me visitar no Dia de Domingas, todos mesmos, até aqueles que estão lendo hoje pela primeira vez! :)  Hoje aqui é festa e esta fatia aí ofereço à vocês!


Já confessei logo no começo que esta receita não foi planejada. Claro, eu gostaria de fazer uma receitinha para esta data, mas esta foi assim, improvisada! 

Eu adoro uvas, sejam elas de qualquer tipo, exceto uma: uva muito azeda. Tenho que confessar que tenho sorte e raramente acontece de comprar uvas azedas, mas vi as uvas verdes estavam tão lindas, ainda que um tanto baratas demais para uvas sem caroços... arrisquei e quando cheguei em casa, não consegui comer. Estavam azedíssimas!

Quem nunca pensou em fazer uma tarte com recheio de uvas verdes? Eu! :) Mas pensando bem, por que não?  É uma frutinha como outra qualquer e resultou num sabor muito delicado e que também me surpreendeu, quase como um sabor maçã, ainda um pouquinho mais ácido. Simplesmente perfeito para uma tarte!  Eu achei a aparência do recheio também muito bonita. Vocês não acham?


TARTE DE UVAS VERDES E PISTACHOS
Fonte: All Recipes (massa), Mac & Cheese (recheio)
Rendimento: 1 tarte de 18 cm

Ingredientes:
Recheio:
500 gr. de uvas verdes sem caroço
3/4 de xic. de açúcar (cerca de 100 gr.)
1/2 col. de sopa de açúcar baunilhado
2 col. de sopas rasas de amido de millho
30 gramas de pistachos(opcional)
1 col. de sopa de manteiga (para a montagem)
 
Massa:
115 gr. de manteiga ou margarina gelada
1 e 1/2 xic. de farinha de trigo
1/2 col. de chá de sal
1/2 xíc. de água fria - aproximadamente

* Xicara = 240 ml

Instruções:
Numa panela, esmague cerca de 1/4 da quantidade de uvas, acrescente o restante das uvas, o açúcar e o açúcar baunilhado. Leve ao fogo alto e depois que começar a ferver, mude para fogo baixo e deixe cozinhar por 30 minutos até reduzir um pouco os líquidos. Acrescente o amido de milho dissolvido num pouqinho de água. Deixe engrossar, retire do fogo e deixe esfriar, acrescente os pistachos, e deixe esfriar completamente antes de usar.

A massa não leva açúcar, mas é extremamente deliciosa. O truque é trabalhá-la gentilmente: primeiramente coloque a farinha e o sal numa vasilha. Vá colocando pedaços pequenos de manteiga na farinha. Depois disso, trabalhe a farinha com a mão, ou espátula de massa(fazendo movimentos como se cortasse a farinha com os pedaços de manteiga), ou até com o garfo da batedeira, até formar uma farofa.  Depois de formada a farofa, vá juntando a água fria aos poucos e mexendo gentilmente com um garfo, até formar uma massa com consistência macia, mas não muito molhada nem pegajosa (eu não usei toda a água). Há a opção de guardar a massa na geladeira até utilizar, ou abri-la imadiatamente. Eu tive que deixar na geladeira um pouquinho, porque aqui estava muito quente.

Montagem: Separe 2/3 da massa para o fundo e os lados da forma(usei uma de fundo removível).  Deixe os lados mais altos ( pelo menos  2 cm) do que imagina ser a altura que ficaria o recheio. coloque o recheio e pedacinhos de manteiga espalhados  por cima. Dobre agora a massa que restou para dentro do recheio, cobrindo-o em volta.  Abra agora um disco com o restante da massa. Corte-o no tamanho certo da tarte. Coloque este por cima e pressione um pouco os lados. Por último, faça algumas fendas no topo(ou corte essas fendas anteriormente, com a ajuda de cortadores de biscoitos, etc.). Salpique com açúcar e leve ao forno pré-aquecido à 180ºC, por cerca de 35 minutos ou até dourar. Espere esfriar para servir.  Bom apetite!



domingo, 24 de junho de 2012

Arraiá, Gabriela e S. João!


Hoje é dia 24 Dia de São João, dia de Arraiá e de quitutes que nos aquecem no Inverno brasileiro! Adoro essa época aí no Brasil, apesar do frio, que no Rio de Janeiro não passa dos 18°C, e das chuvas. Juntando a isso, essa é a primeira vez que vou tentar seguir uma novela no exterior: Grabriela! 

Gabriela é o meu romance preferido de Jorge Amado. Adoro a mistura que o romance faz do desenvolvimento político e social da época e da luta pelos direitos femininos. É lindo e bem escrito demais! Pois bem, no capítulo da sexta-feira, Gabriela é surpreendida pela chegada de Nacib enquanto tira um tabuleiro de Bolo de Tapioca do Forno.  Depois há uma imagem em close quando Nacib tira um tasco do bolo que estava no prato. Ai, ai, ai... Fiquei com àgua-na-boca e lá fui eu a procurar uma receita nova para experimentar!

Vocês devem lembrar-se que já fiz aqui um Bolo de Tapioca delicioso aqui no blog. No entanto, naquele tive que improvisar por não encontrar a tal farinha por aqui e  assim usei a bolinhas de tapioca que são duras de triturar para caramba. Quando minha mãe veio visitar,  trouxe a verdadeira Farinha de Tapioca e desta vez pensei em experimentar uma outra receita, esta do site do Receitas i.g. Vi que daria um bolo muito grande, então dividi pela metade e adaptei um pouquinho, pois só tinha um restinho de côco seco em casa. Estou então postando as quantidades que usei e colocando o link original, como sempre. 

O resultado ficou bem diferente do outro  bolo que fiz, mas não menos delicioso. É uma questão de gosto, pois esse aí fica com uma consistência mais mole, lembrando mais o bolo de Aipim. E vocês, já experimentaram esse bolo? Se não, aproveite a época!  E viva São João!  Beijinhos e até a próxima!

BOLO DE TAPIOCA
Fonte: Receitas i.g
Rendimento: 1 tabuleiro pequeno (22 cm x 18 cm)

Ingredientes(para a metade da receita original):
Para isso use uma caneca medidora em Mililitros.

250 ml de farinha de tapioca
450 ml de leite
(Junte  esses dois ingreientes numa vasilha e deixe descansar por uma hora).

75 (gramas) de manteiga amolecida
250 ml de açúcar
2 ovos
30 ml de côco seco
150 ml de leite de côco (ou leite)
100 ml de leite

Instruções:
Depois de a tapioca estiver hidratada no leite, ligue o forno e pré-aqueça à 180°C.

Num vasilhame, bata a manteiga com os ovos e o açúcar formando um creme claro. Junte o leite, o leite de côco e o côco seco. Misture, incorporando. Por último, junte a tapioca já amolecida no leite. Deixe descansar por 5 a 10 minutos e leve ao forno num tabuleiro untado com manteiga, por cerca de 45 minutos, ou até ficar dourado.  O cheiro é irresistível! Bom apetite!




quinta-feira, 21 de junho de 2012

Compras da semana: Mini-maçãs a pedidos!

Olha as mini-maçãs aqui! :)  Elas são um pouqinho maiores do que cerejas! Lindinhas, não? Só tem um porém: eu não as achei gostosas saídas da lata! São meio durinhas e tem ainda umas sementinhas brancas no centro. No entanto, depois de mais cozidinhas dentro do bolo elas ficaram com aroma e sabor normais de maçãs e muito gostosas. Como eu contei anteriormente eu vi a lata me entusiasmei, coloquei no carrinho de compras e nem li nada, apenas vi que era baratinho e levei, já com a idéia do bolo na cabeça.

 Mini-maçãs em calda. Lata tem 425g com líquido. Preço €0,99

Quando cheguei em casa, fui ler o rótulo e tudo o mais e descobri que era fabricação chinesa. A princípio fiquei um pouco desconfiada, porque recebemos muitas porcarias chinesas, mas o supermercado que comprei é muito bom e só tem coisas de qualidade. Achei também que como iria assá-las no bolo, não seria problema. Compraria também para colocar numa compota, porque ficaria bacana como um elemento decorativo.

Um abraço e até breve!

Andréa


domingo, 17 de junho de 2012

Frutas Mergulhadas em Bolo





Oi amigos! Estive esses últimos dias matutando o que fazer aqui... Olha, foi difícil e tudo por minha própria culpa! :)  Há quase duas semanas estava eu fazendo compras quando me deparei com uma novidade: uma lata de mini-maçãs em calda! Fiquei tão curiosa, que comprei espontaneamente sem ler muito o rótulo, etc.  Assim surgiu a idéia de usá-las para fazer uma receita legal aqui no "Domingas". 

Minha primeira idéia for exatamente esta que acabou resultando. Queria um bolo delicioso com as frutinhas afundando dentro. No entanto, apesar de pesquisar e pesquisar nos meus arquivos, na internet, em alguns livros, não conseguia achar uma receita nova para testar essa idéia. Eis que hoje pensei que se faltasse a receita para essa idéia eu faria outra. Assim pensando, abri o primeiro livro e lá estava a receita que eu queria!


O bolo é fantástico, muito fofinho! A massa cresce e não murcha ao sair do forno deixando a aparência charmosa, com as frutinhas afundadas, não acham? E o melhor, pode-se fazer com qualquer fruta! Vocês podem também dobrar as quantidades da receita abaixo e assar num tabuleiro. No livro está assim, inclusive fizeram "ilhas" de diversas frutas diferentes e ficou muito bonito.  Fácil, prático e econômico... que pode ir do simples ao sofisticado, dependendo da fruta usada! Espero que gostem! :) Beijos!


BOLO DE FRUTAS AFUNDADAS
Rendimento: 1 forma de 22 cm
Fonte: Livro de Receitas da Mondamin

Ingredientes:
125 gr. de manteiga ou margarina
100 de açúcar
1/2 col. de sopa de açúcar baunilhado
2 ovos
50 gr. de amido de milho (maizena) 
150 gr. de farinha de trigo
1 1/2 col. de chá rasa de fermento químico

200 gr. da fruta/frutas de usa preferência
20 gr. de amêndoas em lâminas (opcional)

Instruções:
Pré-aqueça o forno à 200ºC. Unte a forma a ser usada. Reserve. Num recipiente, misture a farinha o amido de milho, a farinha e o fermento e reserve.

Com a batedeira em alta velocidade, bata a manteiga até ficar esbranquiçada, e depois vá juntando o açúcar aos poucos. Bata bastante até formar um creme branco. Junte o açúcar baunilhado e os ovos um a um, batendo bastante até incorporar.  Depois acrescente a mistura das farinhas. Bata até formar uma massa homogênea e grossa. Coloque a massa na forma desejada. Adicione as frutas escolhidas (já lavadas e secas) e por fim salpique com as amêndoas. Leve ao forno por cerca de 25 minutos ou até ficar corado. Sirva morno ou frio, puro ou com Chantilly. Bom apetite!!!


sexta-feira, 1 de junho de 2012

Utensilio exótico.


Com certeza para alguns leitores esse untensílio não é nada exótico! :) Para muitos, como eu quando o vi pela primeira vez, um enigma...  Para quê serviria? Tenho agora que contar a minha estorinha. :)

Há uns três anos atrás uma amiga de um curso que fiz há tempos iria voltar para o país de origem: o Japão. Ela convidou alguns amigos para uma aula de como fazer Sushi no seu apartamento e depois haveria a degustação. Tudo ficou lindo e na hora da degustação, de repente meu olho bateu nessa "garrafinha" que estava sobre a mesa. Ela foi a primeira a servir-se do conteúdo e aí descobrei que  era uma garrafinha para molho shoyo! Fiquei encantada! Resolvi não dizer nada, porque ela estava de mudança e poderia espontaneamente querer presenteá-lo, o que me deixaria sem-graça. 

 Porta-shoyo em cerâmica. Garrafinha 8cm x 7 cm. Prato 10 cm de diâmetro.

E agora? O que fazer com essa essa necessidade imediata de ter esse porta-shoyo, mesmo sabendo que  raramente teria a oportunidade de usá-lo? Lembrei então, que em Bremen havia uma loja com produtos japoneses! Só tinha estado lá uma vez rapidamente, mas havia notado que ofereciam um pouquinho de tudo, inclusive potes e "aparelhos de jantar". Não era uma loja barata, mas também eles não vendiam bujingangas. Assim, logo quando tive a oportunidade de ir ao centro de Bremen, fui à loja e fiquei "namorando" os diversos modelos e cores expostos. Todos eram feitos à mão, lindíssimos, e com diversos acabamentos:  alguns brilhantes, outros foscos, alguns lisos, outros com pinturas formando estampas, muitas vezes abstratas. Fiquei entre o branco fosco e o preto brilhante e por fim, escolhi o branco, por causa dos meus pratos e aparelhos, que têm o branco como base. Ele fica na minha vitrine e quando alguém o vê sempre pergunta para o que serve. :)  


Beijos e até a próxima!














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